A partir da segunda metade do século XX, houve um crescimento significativo na indústria paranaense. Isso se deu graças a um grande investimento no setor secundário. Foi implantada na capital, Curitiba, a Cidade Industrial, com indústrias de frigorífico, tecidos e montagem de máquinas, e nas cidades do interior, como Ponta Grossa, Londrina e Maringá, foram fixadas indústrias que transformam produtos primários como trigo, milho, soja, suínos e madeira.
O Paraná abriga indústrias de papel (que representam 3,4% da produção brasileira), como a Klabin, em Telêmaco Borba, e a Inpacel, em Arapoti, ocupa lugar de destaque na indústria madeireira, que tem grande desenvolvimento e industrializa madeiras da Amazônia, e desempenha importante papel na indústria alimentícia, que é localizada nas principais regiões produtoras do Estado, como Cascavel, Maringá e Londrina.
Entretando, o setor que mais avança é o polo automotivo, com muitas montadoras instaladas no estado. Muito diversificada, a industrialização paranaense é voltada para a exportação de máquinas, equipamentos e caminhões, que detém 9,6% da produção nacional.
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